O futuro dos pagamentos dentro do carro: pedágios, postos de gasolina e muito mais.

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O futuro dos pagamentos dentro do carro!

Imagine chegar a um pedágio, a um drive-thru ou a uma bomba de gasolina — e nunca precisar pegar sua carteira, seu celular ou sequer tocar em uma tela.

Seu carro simplesmente sabe quem você é, o que você quer e paga instantaneamente enquanto você mantém as duas mãos no volante.

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Isso não é mais ficção científica; é a revolução silenciosa que já está acontecendo nas rodovias e ruas das cidades do mundo todo.

Bem-vindo ao futuro dos pagamentos dentro do carro — um mundo onde a fricção desaparece e o carro se torna sua carteira digital sobre rodas, sem complicações.

The Future of In-Car Payments: Toll Roads, Gas, and More

O futuro dos pagamentos em veículos: Visão geral do artigo – O que vamos explorar

  1. O que são exatamente os pagamentos dentro do veículo e por que eles são importantes agora?
  2. Como funcionam, na prática, os modernos sistemas de pagamento integrados aos veículos?
  3. Quais casos de uso reais já estão em operação (com exemplos originais)?
  4. Quais são as maiores vantagens — e os riscos ocultos?
  5. Quem são os principais atores que estão moldando esse futuro?
  6. Quando os pagamentos dentro do carro se tornarão realmente comuns?
  7. Perguntas frequentes (Tabela de perguntas frequentes)

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O que são exatamente os pagamentos dentro do veículo e por que eles são importantes agora?

The Future of In-Car Payments: Toll Roads, Gas, and More

Os sistemas de pagamento integrados ao veículo permitem que seu carro autentique, autorize e conclua transações sem que você saia do banco do motorista — ou mesmo diminua muito a velocidade.

Imagine pedágios, combustível, estacionamento, recarga de veículos elétricos, pedidos de comida e até mesmo microajustes de seguro acontecendo automaticamente.

A urgência não se resume à conveniência.

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De acordo com um estudo do Ptolemus Consulting Group de 2024, o mercado global de serviços para carros conectados ultrapassará 1,4 trilhão de dólares até 2030, e o comércio dentro dos carros deverá atingir 1,4 trilhão de dólares anualmente até 2028 — crescendo a uma taxa composta de crescimento anual de 2,81 trilhões de dólares.

Em outras palavras, alguém vai ser o dono da carteira digital integrada ao painel do carro, e montadoras, gigantes da tecnologia e redes de pagamento estão numa corrida para ser esse alguém.

No entanto, essa mudança também nos obriga a perguntar: estamos prontos para entregar um dos últimos momentos "offline" do nosso dia — a rápida parada para um café ou para abastecer o carro — à conectividade constante?

Como funcionam, na prática, os modernos sistemas de pagamento integrados aos veículos?

Essencialmente, três camadas devem comunicar-se entre si de forma impecável:

  1. Identidade e autenticação (geralmente credenciais biométricas ou tokenizadas armazenadas no elemento seguro do carro)
  2. Conectividade (5G ou via satélite para autorização em tempo real)
  3. Integração com comerciantes (APIs que reconhecem seu veículo no momento em que você se aproxima)

Por exemplo, o sistema MBUX da Mercedes-Benz, em parceria com a Visa, utiliza um sensor de impressões digitais e o Cloud Token Framework.

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Ao parar num posto Shell credenciado, a bomba lê a sua matrícula ou o identificador digital do veículo, o carro ativa-se, confirma a sua identidade através da impressão digital e o token da Visa conclui a transação em menos de dois segundos. Sem aplicação, sem telemóvel, sem inserir o cartão.

Enquanto isso, a plataforma OnStar da General Motors segue um caminho diferente: ela se conecta diretamente aos seus cartões de crédito ou conta PayPal existentes, mas adiciona gatilhos de geolocalização.

Passar por baixo de um determinado arco de fast-food?

Uma mensagem de voz pergunta: "Quer uma porção grande de batatas fritas?". Responda que sim, e o pagamento é feito antes mesmo de você chegar à janela.

Quais casos de uso reais já estão em operação (com dois exemplos originais)?

Vamos além dos suspeitos de sempre.

“Aumento do Seguro no Drive-Thru” (Projeto piloto em Portugal, 2025)

A seguradora portuguesa Tranquilidade firmou parceria com a Stellantis e a Mastercard para oferecer um seguro com recarga de quilometragem em tempo real dentro do carro.

Se o seu seguro com pagamento por quilômetro rodado estiver prestes a atingir o limite durante uma viagem de fim de semana, o painel do carro avisa suavemente 50 km antes de chegar ao limite.

Um comando de voz adiciona 200 km por € 9,80 — pagos instantaneamente — e você nunca viola sua apólice. Dados preliminares mostram que 681 motoristas testados aceitaram a oferta adicional quando solicitados no momento certo.

“Divisão de pedágio para caronas compartilhadas” (Ao vivo no Texas, 2025)

A Via e a Toyota Financial Services lançaram uma funcionalidade no aplicativo Via integrada ao sistema de infoentretenimento da Toyota:

Quando quatro colegas de trabalho compartilham um carro Toyota com serviços conectados, o sistema detecta pedágios em faixas exclusivas (por exemplo, Dallas North Tollway), divide automaticamente a tarifa de acordo com quem está conectado ao carro (via Bluetooth do celular e sensores de peso do assento) e cobra o valor proporcionalmente no cartão cadastrado de cada passageiro.

Chega de mensagens do tipo "Ei, você me deve $1.80".

Caso de usoJogadores atuais (2025)Velocidade de pagamentoÉ necessária alguma ação do condutor?
Pedágios de rodoviaAudi, Mercedes, Rivian + Visa< 1 segundoNenhum
Carregamento de combustível e veículos elétricosShell + Mercedes, BP + GM2–6 segundosVoz ou nenhuma
Comida para viagemStarbucks + Honda, Domino's + Ford4–10 segundosGeralmente a voz
EstacionamentoEasyPark + Volvo, ParkWhiz + BMWInstantNenhum
Micro-recargas de seguroTranquilidade + Stellantis< 3 segundosConfirmação por voz
Divisão de pedágio para caronasVia + ToyotaEm tempo realNenhum

Quais são as maiores vantagens — e os riscos ocultos?

A vantagem parece quase injusta. A McKinsey estima que o comércio integrado ao carro poderia economizar aos motoristas de 15 a 20 minutos por semana — quase 17 horas por ano apenas evitando a dificuldade para efetuar o pagamento.

Para os gestores de frotas, o ganho é medido em milhões.

Mas a conveniência tem um lado negativo. Cada nova plataforma de pagamento é uma nova superfície de ataque.

Um relatório da Upstream Security de 2024 constatou que os veículos conectados sofreram 950 incidentes de segurança cibernética — um aumento de 2.251.000 em relação ao ano anterior. Se alguém invadir sua carteira digital no carro, não estará apenas roubando um número de cartão de crédito; poderá ter controle total sobre sua mobilidade.

Eis uma analogia que funciona: entregar uma carteira digital ao seu carro é como dar as chaves de casa a um mordomo robô. A vida fica mais fácil — até o mordomo ser hackeado.

Quem são os principais atores que estão moldando esse futuro?

Três grupos estão lutando pela supremacia:

  • As montadoras (Mercedes PAY, GM Ultifi, Volkswagen CARIAD) querem ser donas do painel de instrumentos e da receita recorrente.
  • As grandes empresas de tecnologia e redes de pagamento (Apple CarPlay Next Gen com Apple Pay, Google Automotive Services + Google Pay, Visa In-Vehicle Token Service) querem estender suas carteiras digitais existentes para dentro dos carros.
  • Novos participantes (Turo + Mastercard com CVV dinâmico para aluguéis ponto a ponto, plataforma white-label Xevo Journeyware usada por mais de 40 marcas) estão apostando em middleware agnóstico.

No momento, as montadoras detêm os pontos de contato físicos, mas as grandes empresas de tecnologia possuem a confiança do consumidor nos pagamentos. Quem resolver melhor a questão da privacidade vence.

Quando os pagamentos dentro do carro se tornarão realmente comuns?

Até 2027, a Counterpoint Research prevê que 751.000.000 dos novos veículos vendidos globalmente serão entregues com sistema de pagamento integrado.

O ponto de inflexão não é a tecnologia, mas sim a regulamentação e as taxas de adesão dos consumidores.

A Lei dos Mercados Digitais da Europa e a CPPA da Califórnia já estão a exigir ecrãs de consentimento mais claros.

Se os motoristas se sentirem pressionados a vincular os cartões, a adoção fica paralisada.

Mas quando a experiência é verdadeiramente mágica (pense em se afastar de um carregador de veículo elétrico no instante em que o cabo se desconecta porque o pagamento já foi processado), a resistência desaparece.

Então, aqui está a pergunta retórica que importa: quando seu carro pagar mais rápido e com mais segurança do que você jamais conseguiria com seu celular, você ainda insistirá em fazer isso da maneira antiga?

O futuro dos pagamentos dentro do carro: perguntas frequentes

PerguntaResponder
É possível fazer pagamentos dentro do carro sem internet?A maioria requer pelo menos conexão intermitente de 5G/satélite. Alguns sistemas de pedágio armazenam as transações em cache e as liquidam posteriormente.
Posso usar qualquer cartão de crédito?Geralmente, essa opção é limitada a cartões tokenizados pela Visa, Mastercard ou pelo banco parceiro da montadora. A Amex e a Discover estão se aproximando desse nível.
E se meu carro for roubado?Os sistemas modernos exigem reautenticação biométrica (impressão digital/reconhecimento facial) para transações de alto valor após a inicialização do motor.
As taxas são mais altas do que o pagamento manual?Geralmente não — os comerciantes costumam absorver ou reduzir as taxas porque a fraude diminui drasticamente com pagamentos tokenizados.
Isso vai acabar com os programas de fidelidade tradicionais dos postos de gasolina?Não — muitos estão migrando para dentro do carro. O programa Shell + Mercedes ainda concede pontos Fuel Rewards automaticamente.
Meus dados de localização são vendidos?Depende da marca. O GDPR da UE e o CCPA da Califórnia lhe dão o direito de optar por não participar; leia as políticas de privacidade atualizadas de 2025.

Leitura complementar:

  1. Acesse o estudo completo aqui.
  2. Baixe o relatório completo de 2025.
  3. Leia o relatório técnico e o comunicado de imprensa.
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